Mostrando postagens com marcador mulher ao cubo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mulher ao cubo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Tudo é mesmo um emaranhado...

Decidida então a encarar uma nova empreitada, precisei escolher um nome para a marca, e comecei a fazer um brainstorm (será que ainda se usa essa expressão?) até achar algo que considerasse bacana. Quando pensei em “Mulher ao cubo”, pensei nisso: uma roupa bem feminina, nada vulgar, e que também fosse como as mulheres que conheço são: multitarefa, sempre. Procurei na internet, vi que o nome ainda não existia, e resolvi criar o blog para também ser um espaço para divulgar a marca e as criações. Mas aí comecei a escrever e não consigo mais parar...
Nesse assunto de multitarefa, não posso deixar de comentar uma piada de Mark Gungor que está na internet (http://www.youtube.com/watch?v=GuMZ73mT5zM) e que também foi comentada num artigo da jornalista Cynthia de Almeida (Revista Criativa - Julho/09). Vejam o vídeo, a piada é muito boa!
A idéia é a seguinte: os homens têm cérebro-caixa e as mulheres, cérebro-novelo (não, não, vocês não leram novela, não obstante se encaixar perfeitamente em alguns casos...). Enquanto para eles todos os assuntos ficam divididos em caixas, que não se comunicam entre si, nós fazemos mil relações entre todos os assuntos, “tudo conectado com tudo”, uma hiperconexão em nossa cabeça.
Acho que foi uma das melhores definições que já ouvi sobre isso, e o melhor: tudo fica mais leve quando tiramos um sarro de nossos defeitos. Agora, se você é mulher e não gostou da piada, não deu uma risadinha, ou começou a se explicar ou dar sermão, fiquei com preguiça de você...
Sei que para os homens é muito importante uma companheira bem humorada (obrigado, amigos, pelas confidências) . Sei que não sou “a feliz” (longe disso, aliás), mas realmente viver ao lado de alguém azedo, que só faz drama, complica tudo ou que não admite errar é complicado...tudo fica difícil...
Olha aí: eu preciso ter foco! Como saí totalmente do assunto que comecei (quem me conhece, sabe que é normal) e o post já está imenso, depois escrevo mais...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Aqui estou!

Bem, se até agora demorei em escrever um blog, não estou no twitter, nem no facebook, muito menos no orkut, é porque sempre duvidei da capacidade de pessoas que nem lhe conhecem, que nem ao menos nunca lhe viram, se interessarem pela sua vida.
Mas, neste momento, que estou começando uma nova empreitada, resolvi começar a escrever. Quem sabe o que pode acontecer?
Não pretendo usar clichês, não serei a “Bridget Jones de São Paulo” (até porque essa já existe, a Tati Bernardi, e acho ela ótima), não serei a “mulher sensível que aos 30 e poucos anos (no caso, 32) procura um companheiro bacana e que não tenha medo de mulheres fortes” (porque sou casada e não pretendo descasar) ou “estou em crise existencial e quero dividir com todos minhas angústias”... putz, que preguiça desses padrões...
Agora, se o que lhe fez ler esse blog foi seu título, esclareço suas razões: se você é mulher, provavelmente já entendeu a idéia, afinal, nunca somos uma só, nem fazemos uma coisa por vez. Estamos aqui, mas também estamos pensando em outras coisas, fazendo outras coisas, até mesmo lendo sei lá mais quantos blogs... Hoje acordamos romântica, amanhã punk, e até o final de semana, sabe-se lá quantas ainda passarão por dentro de nós. Somos assim, e ponto. Isso não é fruto de crise existencial. Isso é o que somos, e sempre seremos, mesmo quando chegarmos à quarta idade.
E para os homens? No próximo post falo sobre isso...